Escolher um esporte adequado faz a diferença direta na constância, no prazer pela prática e nos resultados ao longo do tempo. Isto posto, segundo Luciano Colicchio Fernandes, a decisão precisa considerar mais do que tendências ou modismos, já que cada pessoa responde de forma diferente às exigências físicas e mentais de uma atividade. Por isso, observar o próprio perfil é um passo essencial antes de iniciar qualquer modalidade. Com isso em mente, a seguir, veremos como alinhar objetivos, rotina e preferências pessoais para tomar uma decisão mais consciente.
Esporte e objetivos pessoais: O que você espera da prática?
Antes de definir uma modalidade, é importante refletir sobre o que se busca com o esporte. Algumas pessoas desejam melhorar o condicionamento físico, enquanto outras procuram reduzir o estresse, socializar ou manter a saúde em dia. Esses objetivos influenciam diretamente a escolha e ajudam a evitar frustrações ao longo do caminho.

De acordo com Luciano Colicchio Fernandes, quando o objetivo está bem definido, fica mais fácil manter a disciplina e perceber evolução. Quem busca emagrecimento, por exemplo, tende a se adaptar melhor a atividades com maior gasto energético. Já quem prioriza bem-estar pode se identificar com práticas mais leves e contínuas.
Além disso, alinhar expectativas evita comparações desnecessárias, como frisa Luciano Colicchio Fernandes. O esporte deve servir ao seu propósito pessoal, respeitando limites e preferências individuais, e não reproduzir padrões externos que nem sempre se encaixam na realidade de cada um.
Como a rotina influencia a escolha do esporte?
A rotina diária é um dos fatores mais determinantes na adesão a um esporte. Horários de trabalho, deslocamentos e compromissos familiares impactam diretamente a disponibilidade para treinar. Ignorar esse ponto pode transformar uma boa intenção em abandono precoce. Pois, conforme destaca Luciano Colicchio Fernandes, modalidades que exigem horários rígidos ou deslocamentos longos podem se tornar inviáveis para quem tem agenda instável.
Nesse caso, atividades mais flexíveis tendem a funcionar melhor, pois se adaptam ao dia a dia sem gerar sobrecarga. Outro aspecto relevante é a frequência possível. Um esporte praticado duas ou três vezes por semana, de forma consistente, costuma trazer mais benefícios do que uma atividade intensa feita de maneira esporádica. Logo, ajustar a escolha à rotina aumenta as chances de continuidade.
A importância do condicionamento físico
Por fim, antes de iniciar uma modalidade, é fundamental reconhecer o nível atual de condicionamento físico. Conforme expõe Luciano Colicchio Fernandes, essa análise evita excessos e contribui para uma evolução mais segura e gradual. Ignorar esse ponto pode gerar lesões ou desânimo precoce. Tendo isso em vista, para facilitar essa avaliação, separamos alguns pontos iniciais que ajudam na escolha do esporte mais adequado:
- Histórico de atividade física: pessoas que já praticaram esportes costumam se adaptar mais rápido a novas modalidades, enquanto iniciantes precisam de progressão mais cuidadosa;
- Limitações físicas ou restrições médicas: dores articulares ou condições específicas exigem atenção para evitar impactos desnecessários;
- Nível de resistência atual: entender o quanto o corpo suporta ajuda a definir a intensidade e a frequência ideais;
- Capacidade de recuperação: respeitar o tempo de descanso é essencial para manter o esporte de forma saudável.
Ao observar esses pontos, a escolha se torna mais realista. Assim, o esporte passa a contribuir para a saúde de forma contínua, sem gerar sobrecargas ou interrupções frequentes.
O esporte ideal pode mudar com o tempo?
Em última análise, muitas pessoas acreditam que existe um único esporte ideal para toda a vida, mas essa percepção nem sempre corresponde à realidade. Preferências, rotina e objetivos mudam ao longo do tempo, e a prática esportiva pode acompanhar essas transformações.
Dessa maneira, escolher o esporte certo envolve autoconhecimento, planejamento e flexibilidade. Assim, quando objetivos, rotina e preferências são considerados em conjunto, a prática se torna mais leve e sustentável. No final, essa combinação favorece a constância e contribui para benefícios reais ao longo do tempo.
Autor: Zunnae Ferreira
